Testemunhos Viventes

 

28 - Síndrome do pânico

Em uma visita feita a meus parentes de Foz do Iguaçu, minha prima partilhou, tristemente, que sua filha caçula estava com síndrome do pânico: não sabia mais o que fazer. Fora a vários médicos e nada de cura. Ela não ia mais ao colégio sozinha e, se ia, já ligavam para ir buscá-la, fora os outros desconfortos indesejáveis. A família estava super preocupada com ela. Ao ouvir tudo isso, logo pensei: Vou fazer uma novena a Maria Elizabeth. Comecei no mesmo dia. Prometi a Maria Elizabeth que se eu conseguisse tal graça, iria fazer cinqüenta cópias da novena e deixá-las na Igreja Santo Antônio em Bento Gonçalves (na época eu morava lá). Tudo bem! Passaram-se uns dias. Depois da visita, minha prima fora viajar de férias (sozinha - o pai ficaria em casa com a filha e a trabalho).
Minha prima, quando voltou de férias, partilhou-me por telefone:
• Minha filha, quando cheguei de viagem, cumprimentou-me e disse-me:
• Mãe, vou pegar o ônibus para ir à escola! E foi sozinha, o que antes da cura, tinha que ir sempre com alguém.
A graça chegou naquela menina!
Nesse meio tempo, eu havia me mudado de cidade, lembrei-me da promessa: distribuirei cinqüenta cópias da sua novena na Igreja Santo Antônio em Bento Gonçalves. Como promessa é dívida, lá fui eu: 80 km de viagem!

 
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